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sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Pais Maus

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A um tempo li um texto lindo, era chamado "Pais Maus". Que realmente me tocou muito, e me fez refletir, sei que tudo que foi expressado nesse lindo texto, é a pura realidade, pois sem meus pais e tudo o que eles fizeram por mim não seria quem sou hoje. Abaixo, o texto:

“Um dia quando os meus filhos forem crescidos o suficiente para entenderem a lógica que motiva os pais e mães, eu hei de dizer a eles:
- Eu os amei o suficiente para ter perguntado aonde vão, com quem vão e a que horas regressarão.
- Eu os amei o suficiente para não ter ficado em silêncio e fazer com que vocês soubessem que aquele novo amigo não era boa companhia.
- Eu os amei o suficiente para fazê-los pagar os rebuçados que tiraram do supermercado
ou revistas do jornaleiro, e dizer ao dono: - “Nós tiramos isto ontem e queríamos pagar”.
- Eu os amei o suficiente para ter ficado em pé, junto de vocês, duas horas, enquanto limpavam o seu quarto, tarefa que eu teria feito em 15 minutos.
- Eu os amei o suficiente para deixá-los ver além do amor que eu sentia por vocês, o desapontamento e também as lágrimas nos meus olhos. 
- Eu os amei o suficiente para deixá-los assumir a responsabilidade das suas ações, mesmo quando as penalidades eram tão duras que me partiam o coração.
- Mais do que tudo, eu os amei o suficiente para lhes dizer "NÃO " quando eu sabia que vocês poderiam me odiar por isso (e em alguns momentos até odiaram). Estas eram as mais difíceis batalhas de todas. Estou contente, venci... Porque, no final, vocês venceram também! E qualquer dia, quando os meus netos forem
crescidos o suficiente para entender a lógica que motiva os pais e mães; quando eles perguntarem se os seus pais eram maus, os meus filhos vão dizer:
- “Sim, os nossos pais eram maus. Eram os piores do mundo... As outras crianças comiam doces no café e
nós só tinhamos que comer cereais, ovos, torradas. As outras crianças bebiam refrigerante e comiam
batatas fritas e sorvetes no almoço e nós tínhamos que comer arroz, feijão, carne, legumes e frutas. Nossos pais tinham que saber quem eram os nossos amigos e o que nós fazíamos com eles. “Insistiam que lhes disséssemos com quem íamos sair, mesmo que demorássemos apenas uma hora ou menos.
Nossos pais insistiam sempre conosco para que lhes disséssemos sempre a verdade e
apenas a verdade. E quando éramos adolescentes, eles conseguiam até ler os nossos pensamentos.
A nossa vida era mesmo chata”!“Nossos pais não deixavam os nossos amigos tocarem a buzina para que saíssemos; tinham que subir, bater à porta, para que os nossos pais os conhecessem.
Enquanto todos podiam voltar tarde da noite com 12 anos, tivemos que esperar pelo menos 16 para chegar um pouco mais tarde, e aqueles chatos levantavam para saber se a festa foi boa. (só para verem como estávamos ao voltar)”.
“Por causa dos nossos pais, nós perdemos imensas experiências na adolescência. Nenhum de nós esteve envolvido com drogas, em roubo, em atos de vandalismo, em violação de propriedade, nem fomos presos por nenhum crime”. “FOI TUDO POR CAUSA DOS NOSSOS PAIS!” Agora que já somos adultos, honestos e educados, estamos fazendo o melhor para sermos “PAIS MAUS” como eles foram.
EU ACHO QUE ESTE É UM DOS MALES DO MUNDO
DE HOJE:
NÃO HÁ PAIS MAUS SUFICIENTES


(Dr. Carlos Hecktheuer, Médico Psiquiatra)

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Texto - A Cura Real


     Uns dias atrás recebi um lindo e-mail em power point que falava sobre "a cura real" busquei mais sobre esse texto magnifico que fala sobre como tentamos achar a cura de todas as doenças e problemas, segue então o belo texto:


Não trate apenas dos sintomas, tentando eliminá-los sem que a causa da enfermidade seja também extinta.
A cura real somente acontece do interior para o exterior …
Sim, diga a seu médico que você tem dor no peito, mas diga também que sua dor é dor de tristeza, é dor de angústia.
Conte a seu médico que você tem azia, mas descubra o motivo pelo qual você, com seu gênio, aumenta a produção de ácidos no estômago.
Relate que você tem diabetes.
No entanto, não se esqueça de dizer também que  não está encontrando mais doçura em sua vida e que está muito difícil suportar o peso de suas frustrações.
Mencione que você sofre de enxaqueca, todavia confesse que padece com seu perfeccionismo, com a autocrítica, que é muito sensível à crítica alheia e demasiadamente ansioso.
Muitos querem se curar, mas poucos estão dispostos a neutralizar em  si o ácido da calúnia, o veneno da inveja, o bacilo do pessimismo e o câncer do egoísmo.
Não querem mudar de vida…
Procuram a cura de um câncer, mas se recusam a abrir mão de uma simples mágoa.
Pretendem a desobstrução das artérias coronárias, mas querem continuar  com o peito fechado pelo rancor e pela agressividade.
Almejam a cura de problemas oculares, todavia não retiram dos olhos a venda do criticismo e da maledicência.
Pedem a solução para a depressão, entretanto, não abrem mão do orgulho ferido e do forte sentimento de decepção em relação a perdas experimentadas…
Suplicam auxílio para os problemas de tireoide, mas não cuidam de suas frustrações e ressentimentos, não levantam a voz para expressarem suas legítimas necessidades.
Imploram a cura de um nódulo de mama, todavia, insistem em manter bloqueada a ternura e a afetividade por conta das feridas emocionais do passado.
Clamam pela intercessão divina, porém permanecem surdos  aos gritos de socorro que partem de pessoas muito próximas de si mesmos.
Deus nos fala através de mil modos; a enfermidade é um deles e por certo, o principal recado que lhe chega da sabedoria divina é que está faltando mais amor e harmonia em sua vida.
Toda cura é sempre uma auto cura e o Evangelho de Jesus é a farmácia  onde encontraremos os remédios que nos curam por dentro.
Há dois mil anos esses remédios estão à nossa disposição.
Quando nos decidiremos?

Autor  - José Carlos De Lucca
Livro  - O Médico Jesus